sábado, 3 de janeiro de 2015

Objeto de somenos, do cinzeiro que se lava muito se poderia elucubrar. As pessoas mais caras vão até a janela basculante pedindo licença, a meio sorriso, para ali baforar. Eis que, chegada a hora de lavar a louça do café, atiçam-se os sentidos e a memória da fala que houve e haverá. E o objeto circular pouco fundo de três ranhuras assume vida insuspeita; e, em seus novos modos, reconduz-nos ao lugar de lá, feito de lembrança, diálogo e expectativa.