quarta-feira, 29 de julho de 2015

Das formas

Pensava cá que eu deveria imitar os melhores modelos textuais dos cronistas que li para fazer deste novo volume de pseudo crônicas algo com formato mais regular, a simular o preenchimento de uma lauda de jornal, com seus cinco ou seis blocos, distribuídos entre parágrafos introdutórios, desenvolvimento e conclusão. Mas talvez por preguiça (e medo de perder o que há de espontâneo), torno a considerar que talvez seja melhor manter a extensão dos textos do jeito que eles vão saindo, mais ou menos situados entre a apatia generalizada e a padronização de modos, sentires e pensares dos seres a nossa volta. Fiquemos com a irregularidade, oras. Há muita gente metida a certinha e convencional na terra das palmeiras e de raros palmares.