quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Sebastião José de Carvalho e Melo

No firme propósito de me dedicar prioritariamente aos assuntos da "Colônia" luso-brasileira, propus-me a tarefa de estudar o perfil e a atuação do Marquês de Pombal (1699-1782). Para isso, acerquei-me de livros e artigos relativos ao período em que vigorou o Reinado de Dom José I (1750-1777). Alguns deles fui buscar na Biblioteca da Faculdade de Educação; muitos outros encomendei em sebos e lojas. O assunto é tão fascinante quanto revelador das artimanhas do estadista e asseclas, em prol da chamada Reforma da Educação, transcorrida em Portugal e nas possessões ultramarinas a partir da década de 1760. Em tese, o assunto deveria interessar a um público muito maior, para além dos empenhados historiadores, educadores, literatos e advogados; mas, a exemplo do que acontece com as coisas de outro tempo (que demandam leitura disciplinada e atenta), olhar para o passado tem sido tarefa reservada a especialistas. Generalista que sou, não faço jus a um título tão enobrecedor: persisto em investigar as questões de meu interesse, no momento e à maneira como elas se me apresentarem, ao longo dos dias. Há muito para além de Machado de Assis, claro está.