quinta-feira, 2 de junho de 2016

A Revolução dos Guarda-Chuvas

As revoluções elegem seus símbolos, lugares e protagonistas. Foi assim com a Revolução do Porto; assim se deu com a Revolução Cubana; assim assado com a Revolução dos Cravos. 
Em tempos de solidariedade rara e engajamento pífio, o sol, a chuva, a tormenta da "grande" mídia; a violência alastrada como justificativa para o "estamos aí", "o mundo é assim", não há como negar o impacto provocado pela soma, pelos movimentos que agregam, repõem e propõem.
Quarta-feira, 1o de junho de 2016 d. C., em acordo com com o Calendário Gregoriano. Sob a chuva, incontáveis guarda-chuvas: metonímia multicor das vozes que não se calam, nem bastarão.